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Barry Sheene and Stephanie

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Ele chama-se Barry Sheene, ela Stephanie Mclean, mulher dele. A Steph era modelo, chegou a ser capa da penthouse em 1970 e até pet of the year em 71. o Barry ja deu pa perceber q era piloto =p ! foi campeao do mundo em 76 e 77. para alem de conduzir de c*** destacou-se tambem fora da pista. era impossivel ficar-lhe indiferente, era original, sem papas na lingua, foi o primeiro piloto a usar a imagem para ter contratos de publicidade. duas das imagens de marca dele eram o numero 7 e a cara do pato donald, q usava sempre no capacete! e nao se limitava a correr, era tmb muito virado para os negocios, e sempre preocupado com a segurança, ate dizem q foi ele q inventou uma proteçao para usar nas costas quando se anda de moto, e depois vendeu a patente à dainese, uma marca da especialidade. para muitos foi a primeira superstar do motociclismo. um homem muito à frente do seu tempo, sem duvida! admiro-o bastante, mais como ser humano q como piloto. Ele e a Steph conheceram-se em 75 quando ele …
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Despertei... Nao consigo dormir... Talvez sejam as fatidicas madrugadas de domingo que ultimanente me sufocam de saudades de casa, do amanhacer sentido do Porto e do romantismo daquelas horas que se desvendam ao dia...
Recolho-me em mim... Com a interrogaçao pendente no meu pensamento. Sinto que a minha vida nao é mais uma longa metragem. O elenco está escolhido mas persigo ainda hoje o final feliz... Perdi a noçao de espaço fisico para o desenrolar desses sonhos... Nao sei mais se volto ao País que sempre me teve pois volto de corpo, desprovido de coraçao...
Recolho-me no quarto abraçada a uma melodia no laço dos lençois... tenho o sufoco de um grito e a lagrima que azedou...
Preciso do meu coraçao comigo...

Never been asked...

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A vida começa finalmente a correr mais devarinho. As horas talvez tenham abrandado e liverpool parece-me agora menos frenético... Mas nao é da cidade que falo comigo mesma. Revejo os meus sonhos e sentimentos... projectos de vida que nunca chegaram a acontecer. Fui pedida em casamento hoje.
Nada como o tenha sonhado em pequenina.. desisti do sonho, abadonei-o no caminho. Fui pedida oficialmente e disse «Não»...
Ensinam-nos sempre a viver o sonho onde a resposta perfeita é sempre «sim quero. Amo-te tanto... És tu», mas nunca idealizamos a necessidade de ter que dizer o oposto. Ainda nao tenho o manual «Como colar o coraçao partido de quem nos ama»... Nao sei ainda o que sinto quando a consciencia de ter detruido no sonho de outro alguem agora me assola... deixou de ser um sonho a dois. O meu sonho nao foi estimado, nao foi alimentado do outro lado. Será possivel que duas pessoas vivam desfazadas no tempo? Na preparaçao que têm para estar uma com outra a outra? Ou será isso simplesmente a…

Place to call home

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Finally things are starting to take shape in new parents ... I found a little space that I call home ... tao british. Red House, n. 5 students in the street and quite funny. Is almost everything there, from the famous TESCO, 30 cabelareiros, post offices, supermarkets, take-ways, the shop fri (ahahah) and even a tattoo parlor.
I live in a place typically arquitectoticamente English speaking. Not so good live surrounded by impersonal building. I have the privilege of living near a huge park, ideal for a good race ... Just miss the weather for now and my lovely family and friends.
The longing and loneliness of the early days and something indescribable and gigantic proportions. I aidna the soul and the heart stuck tight. The answers seem to just float like a vision intocavel.

For now I am a few days in Belfast ... an escape and a refuge... The photo here public brings me to a site that I visited yesterday called Victoria Square. Dante!

Arrived at Liverpool...

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Cheguei a um novo País... Algo que sempre quis. Primeiro impacto: panico e solidão. Viemos nove de nós morar para Liverpool. Cansados e sozinhos e após uma hora já em lagrimas com saudades de casa e vontade de regressar atras! O clima é gelado e as pessoas incrivelmente diferentes.
Dormi umas três horas e às 5h da manha, na estátua do John Lennon, apresentei-me para voar...
Acho que nunca senti uma solidão como esta. Sinto falta de um abraço e um beijo de conforto. Hoje é dia de S.valentim e mais um que correu como não esperava...
Estou sentada no hotel à procura de um cantinho novo para morar com a minha nova «familia». Estou á procura de mim, do meu coração, da minha nova vida...

Tudo mudou.., tou a meio da viagem de montanha russa e a gritar de emoção. Hoje pelo menos tive o prazer de ver a polónia cheia de neve e foi uma emoção!

Natal

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É dia de Natal.. tou sentada no meu quarto porque o resto da casa está já tão vazia de mobilia, sons e aromas que é aqui que me refugio. Os espaços, os objectos, o material não é o que nos define no entanto tudo cá dentro tem uma história, um sonho de indepêndencia, a criação de um espaço tão meu. Estou a dias de o deixar e admito que já estive de lágrima no olho, sentada no vazio do soalho a lembrar cada instante de entusiasmo que depositei quando cá cheguei!
Esta casa não é só minha... É de todas as vezes em que ri com as amigas e em que me refugiei numa história de amor.
Então estou aqui sozinha a senti-la e fecho os olhos e faço votos para o ano novo que vem: Ano Novo, novo país, novo emprego!


Fairwell...

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So hoje arranjei tempo para vir cá debitar algumas palavrinhas. Tem sido uma correria que seria apenas mais lenta se o dia excedesse as 24 horas. Ora na sexta feira foi o meu ultimo dia de trabalho nno aeroporto. Turno das 6h da manhã e a sensação de estar a fazer tudo pela útlima vez: a rotina de vestir a farda, preparar o lanche, picar o ponto, preparar os vôos e percorrer os acessos restrictos daquele espaço tão fascinante! Foi talvez mais dificil do que imaginava, apesar do meu sorriso constante. O abraço final dos colegas, os elogios que tocam este meu coração mole demais e o sentido de um ciclo encerrado. Os amigos nunca dizem ADEUS, apenas um ATÉ BREVE! Aprendi-o com a minha professora de filosofia do 11º ano e ficou registado. Despojei-me de tudo. Deixei a farda pronta a entregar de volta, os cadernos de cábulas aos meus colegas de trabalho e saí, sabendo que agora regresso apenas para embarcar para Londres!
Entre as atribulações diárias de curso, trabalhos de casa, marranço, l…